No domingo, 158 milhões de brasileiros escolhem o próximo presidente. E o país está dividido ao meio.

Lula x Flavio Bolsonaro: as pesquisas apontam uma margem de cerca de 2 pontos, como em 2022.

Mas, para os investidores, o que está em jogo pode ser menos dramático do que as manchetes sugerem:

▪ Um Congresso dominado pelo centro, seja quem for o vencedor, o que tornará as alianças inevitáveis

▪ Uma economia sólida: desemprego em torno de 5%, crescimento acima de 2%, reservas internacionais próximas de US$ 400 bilhões

▪ O acordo Mercosul-UE está em vigor: exportações brasileiras para a Europa subiram mais de 30%

▪ A verdadeira linha divisória: o comércio internacional, entre a abertura multilateral (China, UE, Índia) e o alinhamento com Washington.

Desde os anos 1990, o Brasil alterna entre esquerda e direita sem romper contratos, restringir fluxos de capital ou dar calote em sua dívida.

👉 Análise completa, por Walter de Oliveira Monteiro, no artigo anexo.

Você acha que o resultado de domingo mudará algo para os investidores estrangeiros?

20261019 Brazil